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Como dar Validade Legal aos Documentos Digitalizados
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Como montar um birô de digitalização de documentos - Um negócio rentável - Com visita técnica
Convergência dos sistemas empresariais com o ECM. A Revolução da Gestão Estratégica com a Tecnologia ECM
ECM - Enterprise Content Management - A somatória das funcionalidades de: GED - Gerenciamento Eletrônico de Documentos e WCM - Web Content Management
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TECNOMUNDO
Software livre: uma lição de trabalho colaborativo
Marcelo Okano
Em uma sociedade em que muito se cobra o trabalho em equipe, são imprescindíveis a colaboração entre os participantes e o trabalho colaborativo. Porém, encontramos somente alguns exemplos deste tipo de trabalho organizado e mantido pelas empresas para o desenvolvimento de produtos e serviços. Mas o que é o trabalho colaborativo?
A principal característica do trabalho colaborativo é que várias pessoas desenvolvem o mesmo produto, só que cada uma faz uma parte e essas partes são dependentes umas das outras para pleno funcionamento do produto final.
Encontramos várias empresas que trabalham 24 horas por dia, sendo que uma parte da equipe localiza-se em um lado do mundo, trabalhando enquanto lá é dia e revezando-se com a outra parte do time, que continua o desenvolvimento do projeto do outro lado do mundo, completando-se desta forma as 24 horas ininterruptas de trabalho em um dia. Cada equipe completa o que estava sendo desenvolvido pela outra, caracterizando assim o trabalho colaborativo.
É importante salientar as dificuldades que o trabalho colaborativo traz. É preciso ter um ambiente adequado, que permita a interação entre colaboradores; a coordenação dos trabalhos tem que ser precisa para estabelecer um correto sincronismo das tarefas; a rede de comunicação tem que ser projetada de forma adequada, etc. No mundo empresarial, o trabalho colaborativo funciona, pois todo o ambiente, os controles e os propósitos são mantidos e definidos pelas empresas. Fora do ambiente corporativo, porém, são raros os exemplos de projetos colaborativos.
O Software Livre, na sua própria concepção, utiliza-se do trabalho colaborativo como forma de desenvolver e manter os seus projetos. A maioria dos projetos é desenvolvida e mantida por comunidades de desenvolvedores espalhadas em vários países do mundo. Podemos destacar alguns projetos:
Projeto Debian (www.debian.org) - O Debian é um sistema operacional (SO) livre. Um sistema operacional é um conjunto de programas básicos e utilitários que fazem seu computador funcionar. O Debian usa o kernel (núcleo de um sistema operacional) Linux, mas a maior parte das ferramentas do SO vêm do projeto GNU; daí o nome GNU/Linux. O Debian GNU/Linux é mais que um simples SO: ele vem com mais de 18.733 pacotes contendo softwares pré-compilados e distribuídos em um bom formato, o que torna fácil a instalação desses softwares em qualquer microcomputador.
Projeto OpenOffice (www.openoffice.org) – O OpenOffice é um projeto mundial open-source para a criação de uma suíte de escritório contendo editor de textos, planilha eletrônica, etc.
Outro caso interessante, são os wikis ou sites colaborativos da Internet que podem ser editados diretamente por qualquer pessoa que tenha acesso à Internet. Um dos mais conhecidos é a Wikipédia (pt.wikipedia.org) - uma enciclopédia multilíngüe on-line livre e colaborativa, ou seja, escrita internacionalmente por várias pessoas de diversas regiões do mundo, todas elas voluntárias. Por ser livre, entende-se que qualquer artigo dessa obra pode ser transcrito, modificado e ampliado, desde que preservados os direitos de cópia e modificações, visto que o conteúdo do Wikipédia está sob a licença GNU/FDL (ou GFDL).
É importante lembrar que todos os esforços e trabalhos colaborativos realizados nos projetos de Softwares Livres não são remunerados e são realizados voluntariamente pelos colaboradores.
Marcelo Tsuguio Okano, Mestre em Administração, coordenador dos cursos de tecnologia de banco de dados e redes de computadores da Faculdade Módulo, professor de pós-graduação em redes da FIAP e consultor de TI para a área de servidores. Trabalha desde 2000 com projetos de virtualização para servidores Unix e Linux, participou de vários projetos de consolidação de servidores na IBM. Possui várias certificações como IBM-AIX, Linux, LPI, dentre outras.
Monitoramento de sistemas de TI
A crescente complexidade dos sistemas que dão suporte aos negócios das empresas, aliada ao avanço da terceirização de processos, está tornando a solução de problemas em ambientes críticos de TI uma atividade desgastante e de elevado risco, uma vez que os problemas levam tempo para ser resolvidos e terminam por comprometer atividades vitais como a prestação de serviços ou a produção.
Segundo Marcelo Schiavo, Executivo de Negócios da Agtech, empresa especializada em soluções para monitoramento de sistemas, muitas vezes apenas a identificação do problema que está paralisando um sistema ou linha de produção já é um grande desafio, em função das diversas tecnologias adotadas pelas empresas e da crescente terceirização, que distribui equipamentos em vários parceiros e clientes.
“Constatamos que 50% dos problemas verificados em processos de negócio são reportados às áreas de TI pelos usuários, o que evidencia o caráter reativo de muitas das ações do pessoal responsável pela manutenção de sistemas. Para agravar esse quadro, é fato que mais de 90% de todos os processos de TI são realizados manualmente, o que amplia a possibilidade de falhas ou inconsistências”, assinala Schiavo.
A necessidade de sistemas que monitorem o desempenho dos processos pode ser constatada, também, pelo fato de que 60% das mudanças na área de TI resultam em sistemas indisponíveis, que abalam a prestação de serviço ou a produção: “Em nossa atividade, notamos, ainda, que 80% do tempo gasto na solução de um problema são dedicados ao diagnóstico e isolamento do problema, o que evidencia o quanto as infra-estruturas de TI estão se tornando complexas”, enfatiza Schiavo.
Por essa razão, muitas empresas estão adotando sistemas de monitoramento de ambientes críticos de TI, uma vez que estes mecanismos atuam decisivamente na solução de todos esses problemas que abalam a credibilidade das áreas de tecnologia da informação das empresas:
“Com a monitoração, a área de TI não é mais surpreendida pelo usuário no caso da ocorrência de um problema, pois ela vai saber isso antes. Outra vantagem é que boa parte dos processos de controle e monitoração são automáticos e permitem mudanças sem que os sistemas tenham que ficar indisponíveis. E, o mais importante, é que o monitoramento identifica rapidamente onde está o problema e permite foco total em sua solução, reduzindo eventuais problemas de indisponibilidade”, alerta Schiavo.
TI como estratégia nas empresas
Para o consultor em Tecnologia da Informação Miguel Ruiz, para gerar resultados positivos nas grandes corporações, a tecnologia deve ser vista como um todo e não por partes.
As grandes corporações vêm sofrendo mudanças há décadas. Os processos internos já não são os mesmos de 20, 30 ou 40 anos. As atividades que mantinham as empresas vivas naquela época, caso fossem utilizadas hoje, sem o suporte da área de Tecnologia da Informação, não teriam mais do que dias de sobrevida, face à globalização dos mercados.
Para Miguel Ruiz, fundador da MR Consultoria, a TI não deve ser vista apenas como um suporte para os processos e atividades internas. Segundo o consultor, deve-se considerá-la como uma ferramenta estratégica para a eficiente gestão corporativa. "Estamos tratando de negócios que envolvem milhões ou bilhões de dólares, sendo assim, os processos, as atividades e a segurança da empresa devem estar acima de tudo. A tecnologia deve ser vista como um todo e não por partes", ressalta.
Dados recentes do IDC informam que os gastos com TI crescerão 12,8% em 2007. Para Ruiz, que atua há 28 anos com Gestão de Tecnologia, esses investimentos só trarão o retorno esperado se estiverem alinhados aos negócios da empresa. Sempre que a empresa passa por alguma dificuldade ou mesmo quando as coisas vão bem é fundamental ter uma TI bem estruturada e alinhada com a estratégia da empresa para que se possa analisar o que está ocorrendo hoje, planejar investimentos futuros e ainda prever possíveis erros de administração ou até do próprio corpo funcional", comenta o consultor.
"A implementação da TI nas empresas deve ocorrer sempre de uma forma planejada e estruturada, os investimentos precisam ser realizados de forma estratégica visando atender as áreas de negócio que possam tirar o melhor proveito possível da tecnologia, não é aceitável a utilização das tecnologias por si só, por modismo ou outros fatores que representem retorno à corporação", complementa Ruiz.
Para o consultor, "a TI é atividade correlata aos negócios da organização para melhorar o atendimento ao cliente, ganhar tempo e tentar dirimir qualquer erro humano, otimizar processos e maximizar resultados", justifica.
A pesquisa do IDC também indica que ao final deste ano, 75% das empresas serão infectadas com códigos maliciosos não detectados, motivados financeiramente e que entrarão por vias alternativas ao perímetro principal da rede e suas defesas.
Para Ruiz, a questão da segurança da informação nas grandes organizações será solucionada pelo monitoramento contínuo. "Somente a vigilância constante fará com que as empresas se livrem das invasões". Segundo ele, o trabalho não é reativo e sim pró-ativo. "A solução passa pela antecipação aos intrusos, bloqueando qualquer acesso antes de qualquer invasão. O que para um usuário comum não significa nada ou quase nada, pode prejudicar muito as atividades internas da empresa", salienta Miguel Ruiz.[14]
Preocupar-se com a gestão da TI em grandes empresas, exige expertise, demanda tempo, hardwares e softwares adequados, compartilhamento de redes, servidores bem dimensionados, uso de ferramentas que melhorem a auxiliem na produtividade das empresas - Internet, utilização de VoIP (Voz sobre o Protocolo da Internet - IP) e segurança das informações. "A falha em qualquer um desses pontos, pode comprometer a empresa. A questão está aí, gerir tudo com eficiência e manter a TI como geradora de valor para o negócio", finaliza Ruiz. Fonte: Portal Nacional de Seguros e Saúde
s.com.br/index.cfm?fuseacver&cod=52548
Certificação Digital para servidores
A Caixa Econômica Federal e o Ministério Público do Trabalho (MPT) assinaram, no final de agosto, um convênio para fornecimento de certificação digital para os servidores do órgão. Inicialmente, o MPT adotará o mecanismo de segurança para acessar os processos do Judiciário, por meio do Peticionamento Eletrônico (PE).
O PE permite o acompanhamento pela Internet de processos da Justiça do Trabalho. Com a tecnologia ainda será possível aprimorar processos internos do Ministério, resultando na redução dos custos administrativos e na otimização dos serviços prestados à população, informa o MPT.
A certificação digital é um meio eletrônico de validação da identidade digital das partes envolvidas numa transação. “Essa tecnologia possibilita o reconhecimento da assinatura das pessoas que trocam informações ou realizam transações via internet com segurança, sigilo e autenticidade, dispensando a apresentação de carteira de identidade e CPF”, explica Clarice Coppetti, vice-presidente de Tecnologia da Caixa.
Novo passaporte
A Superintendência da Polícia Federal no Estado do Amapá, inclusive a Delegacia de Oiapoque, começa a expedir o novo passaporte. Segundo a PF, a impressão do modelo de caderneta hightech é feita pela Casa da Moeda e o procedimento de emissão é totalmente informatizado.
O cidadão por meio da Internet, acessando a página da Polícia Federal, preenche o formulário, imprime a guia para recolhimento do valor por meio de GRU, e então procura a Polícia Federal para digitalização da assinatura, recolhimento das impressões digitais e foto. Em seis dias o novo documento fica pronto. A chegada do passaporte é informada por meio de um e-mail enviado ao requerente, caso este disponha desse serviço.
Seguindo um padrão mundial único, recomendado pela ICAO (International Civil Aviation Organization - Organização de Aviação Civil Internacional, entidade internacional criada em 1944 por 52 nações cujo objetivo é promover a segurança e o regular desenvolvimento do transporte aéreo internacional), o novo passaporte brasileiro já é adotado em diversas localidades brasileiras.
Tecnologia no Brasil - Novas medidas podem ajudar
A sensação de insegurança jurídica provocada pela falta de leis consistentes, o elevado custo trabalhista e a alta carga tributária são os principais entraves que emperram o avanço da tecnologia no país. Empenhada em mudar esse quadro, a Associação das Empresas Brasileiras de TI, Software e Internet (Assespro) desenvolveu um pacote de medidas para desonerar e incentivar o setor.
Entre as mudanças propostas está a redução da base de cálculo para os serviços de informática, atualmente enquadrados em 32%, para 16% no Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e 12% na Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL). “A maioria das empresas de TI são micro ou pequena empresa, com baixas margens de lucro. A atual base de cálculo para serviços de informática não reflete a realidade do setor. Tal fato obriga grande parte das empresas optar pelo Lucro Real, aumentando seus custos com controles e burocracias”, complementa Ricardo Kurtz, presidente da Assespro Nacional.
Intranets mais ágeis e funcionais
O conhecimento em usabilidade e aplicação de ferramentas para gerenciamento de conteúdos levou a Simples Consultoria a oferecer um novo serviço: Intranets funcionais que rodam em ambientes ágeis e de fácil manutenção. O trabalho, desenvolvido em Plone, diferencia-se pela customização das necessidades e velocidade de implantação. Segundo Karyn Nassif, diretora executiva da Simples Consultoria, em apenas duas semanas já é possível colocar em funcionamento as versões básicas.
Já utilizam estes serviços a Caixa Econômica Federal, a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, o Intervozes e a Universidade Metodista. Estão em desenvolvimento, Intranets para a Rede Andi (Agência Nacional dos Direitos da Infância) e a Mondial-Assistance. A Simples Consultoria também desenvolveu a Intranet do Conselho de Administração do IG.
Entre as funcionalidades das Intranets desenvolvidas pela Simples Consultoria estão um mini CRM (Customer Relationship Management) aplicável às operações internas das empresas, a possibilidade de sistematizar uma base de conhecimentos, Biblioteca de Marketing (com logotipos, modelos, padrões, manuais), Biblioteca Geral (contendo, entre outras coisas, vídeos, artigos, livros, legislação) e uma Central para agendamento de salas e reservas de carros e equipamentos.
O sistema oferece ainda lista de ramais com busca específica, organograma, aniversariantes do mês, classificados internos, agenda de eventos e treinamentos, além de ferramentas como enquetes, fórum, central de notícias, blog, mural de recados individual e avisos internos com comunicado de publicação por e-mail.
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