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As últimas notícias do cenário do GED e suas tecnologias |
Acervo
A obra de Nieymeyer será digitalizada
Uma parceria da Cobra Tecnologia, empresa de Tecnologia da Informação do Banco do Brasil e a Fundação Oscar Niemeyer garantirá tanto a difusão quanto a eternização das obras do famoso e importante arquiteto.
O projeto compreende a digitalização e a implementação de um portal com as obras, sendo que a Cobra ainda fará a sistematização, ou seja, a identificação, organização, catalogação e acondicionamento dos documentos do acervo.
A Cobra, que atura basicamente com a documentação bancária, acredita que esse trabalho servirá para mostrar ao mercado que a tecnologia por ela utilizada está preparada para maiores desafios.
O acervo a ser digitalizado é formado por estudos, croquis e anteprojetos. São quase 5 mil documentos arquitetônicos e 20 metros de documentação textual e mais cartazes, ampliações fotográficas e negativos. O acervo também inclui documentos gerados pelo escritório que Niemeyer manteve em Paris, entre os anos 60 e 80, relacionados com projetos realizados em cidades da Europa, África e Oriente.
A Fundação Niemeyer abriga as áreas de pesquisa e documentação relativas ao arquiteto. Na expectativa de Duílio Monroy, diretor de serviços da Cobra Tecnologia, os trabalhos de digitalização deverão ser concluídos em seis meses, enquanto a inauguração do portal – já com parte do novo material digitalizado - deve ocorrer por volta de maio. Para José Aparecido de Oliveira, presidente da Fundação Niemeyer, a conversão eletrônica dos documentos tradicionais dará melhores condições de preservação das obras originais, mantendo-as livre de manipulações para efeito de estudos. Também tornará simples o acesso e a reprodução em massa dos trabalhos, um ponto fundamental para a democratização do conhecimento.

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GED/Workflow
Tecnologias diminuem tempo na revisão de documentos de engenharia
Uma das maiores empresas no mundo no segmento de isoladores para fins elétricos, a Isoladores Santana viu no GED e Workflow a solução perfeita para administrar problemas com a revisão da documentação técnica.
Segundo Eric Benatti, coordenador de Tecnologia da Informação da empresa, os mais de mil procedimentos eram arquivados em papel, as solicitações de alteração eram realizadas em formulários preenchidos à mão e a aprovação e distribuição de cópias para os envolvidos, também. “Isso gerava sérios problemas com extravio de documentos; o tempo médio para revisão de documentos era de 12 dias e havia dificuldade para levantarmos o histórico de alterações e aprovações”, explica ele.
Há 18 meses em funcionamento, a solução implantada foi o Datasul WebDesk, da Datasul. O sistema contabiliza cerca de 3 mil documentos publicados e 2,3 mil solicitações nos dez processos existentes. De acordo com Eric, o problema com o tempo para revisão foi eliminado, passando de 12 para 4 dias e foi superada a dificuldade para se levantar o histórico de alterações e aprovações.
A Isoladores Santana, recentemente, migrou para a versão 2.03 da solução, visto que a mesma apresenta melhorias na ferramenta de portal, outra necessidade da empresa, que também está criando novos processos para outras áreas, como Recursos Humanos, Segurança, Tesouraria e TI.
O projeto de implantação, de acordo com a Datasul, foi coordenado pela área de TI da empresa, contou com consultores da Datasul e teve o envolvimento decisivo do departamento de Gestão Ambiental e Qualidade da Isoladores Santana. Para o gerente desse departamento, com a solução, houve grande avanço no controle dos documentos e relatórios, facilitando e agilizando o processamento, além de significativa redução no tempo de revisão dos documentos.

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Microfilmagem
Birô troca equipamento para atender Detran-PR
Após vencer uma licitação para fornecer ao Detran do Paraná serviços de microfilmagem, o birô de serviços Twic – Team Work Informática e Consultoria se preparou para a microfilmagem de um volume de 48 milhões de documentos ao ano, sem contar a incidência de documentos com informações no verso, o que acontece em 25% dos casos.
O projeto começou em novembro de 2004, mas, após três meses utilizando sua estrutura original, o birô constatou que as microfilmadoras analógicas precisariam ser trocadas por equipamentos mais novos e com tecnologia mais avançada.
Mas a Twic só chegou a essa conclusão após a constatação de vários obstáculos. O primeiro deles, a lentidão da microfilmagem: cada microfilmadora comportava apenas um rolo de filme, que demorava até 18 horas para ser finalizado. Havia, ainda, dificuldades na indexação dos documentos durante o preparo para a microfilmagem, realizada com etiquetas que traziam códigos de barras com posição de cada fotograma no microfilme para futura localização. Para isso, os dados eram captados dos papéis por leitura óptica e inseridos no banco de dados utilizado pelo Detran. Mas muitas vezes as etiquetas de indexação traziam informações equivocadas e precisavam ser conferidas pela equipe de funcionários do birô. A remontagem de documentos que eram segmentados para indexação, e posteriormente reordenados, gerava trocas na ordem das informações. Um outro problema era que, para não correr o risco de o microfilme acabar durante o processo, o birô optava pela perda de material, trabalhando com uma margem de segurança, registrando 500 processos a menos que a capacidade limite de cada microfilme.
A busca de papéis era outra dificuldade. Qualquer microfilme a ser remontado precisava ter a sua versão original encontrada entre caixas de arquivo. Por tudo isso, o birô concluiu que o processo estava muito deficitário. Os custos impediam a obtenção de lucro com o formato escolhido. “Nossas máquinas e processos estavam ultrapassados”, afirma Geraldo Magela, consultor da área de projetos de GED da Twic. Segundo o executivo, eles avaliaram os detalhes, mas não imaginaram que poderiam ter tamanho retrabalho. “Resolvemos então fazer investimento num projeto moderno de microfilmagem”.
Junto com a Kodak Document Imaging foi desenvolvido um projeto inovador de digitalização e microfilmagem. O birô adquiriu sete escaners Kodak modelo i260 e uma microfilmadora Kodak i9610 para o novo projeto de digitalização e microfilmagem dos documentos, com investimento de US$ 165 mil. Além disso, a empresa investiu US$ 20 mil no desenvolvimento de softwares customizados para o processo. As melhorias tornaram-se tangíveis: o birô tem três turnos de 6 horas com cada um dos sete escaners i260. São 18 turnos em substituição aos 40 anteriores, com economia 50%. Os custos com a captação foram reduzidos em 54%. O processo de indexação foi eliminado, e a captação do código de barras passou a ser feita pelo escanner, via OCR. As imagens dos processos são vinculadas ao código de barras existente nos documentos, gerando a base de informações para o Detran. Também é feito um rigoroso controle de qualidade pelo software do escaner.
O projeto resultou em economia de mais de 50%, aliada à entrega de serviço com benefícios que ultrapassam as especificações do contrato com o Detran-PR.
A Twic prestará três tipos de serviço para o Detran-PR: tratamento de multas, carteira nacional de habilitação e documentação relativa a veículos.

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Processos
SML presente no cenário financeiro
A SML está realizando um trabalho para um banco privado dentro do âmbito da automatização de processos que envolvem a DI - documentação de importação. O banco adquiriu o módulo de DI da solução de Automação de Processos de Câmbio com Sisbacen – Autocam ® , implantada durante o ano de 2005 e em fase de homologação pela área.
O sistema possibilita que as DIs podem ser incluídas para análise no momento da edição do contrato, diretamente no módulo de análise ou via arquivo de suporte. Ainda permite a captura, vinculação, desvinculação e liquidação de contratos e, em conjunto com os demais módulos da solução, que hoje são de 12 módulos, possibilitando o total gerenciamento e controle das operações de câmbio junto ao Banco Central.
Toda solução foi customizada de modo a atender as necessidades especificas do banco e, nesta fase, não foi integrada aos sistemas legados da instituição, ficando para uma segunda fase do projeto.
O Autocam ® – DI também permite uma total integração com os pacotes de ECM e BPM Converge ® , desenvolvidos pela SML e que fazem parte da solução de ECM, integrando-se com Certificados e Assinaturas Digitais, auxiliando no armazenamento dos contratos e documentos e no fluxo de trabalho.

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E-mails
Gerenciamento é fundamental
Historicamente, o arquivo e gerenciamento de e-mails têm sido considerados um recurso de software. Como houve uma explosão no número de e-mails criados, os problemas reais e potenciais surgidos também se multiplicaram geometricamente.
Esse é um indicativo para a criação de políticas organizacionais para o uso, retenção (guarda) e destruição de e-mail.
Os fornecedores é que ficam empolgados pois são eles que oferecem softwares de diversos níveis de sofisticação para o gerenciamento de e-mails.
De acordo com uma pesquisa realizada pela AIIM International em 2004, 80% das empresas têm implantada alguma política sobre o uso adequado de e-mails mas dificilmente têm alguma norma sobre guarda.
A AIIM auferiu que 31% das empresas pesquisadas mantinham os e-mails indefinidamente, 26% mantinham e-mails por até 120 dias e a maioria (67%) utilizavam a capacidade máxima de armazenamento da caixa de e-mails como forma de limite para a retenção de e-mails.
Infelizmente, esses métodos hipotéticos realmente não são úteis.
Então, o que guardar e por quanto tempo? Os sistemas e normas para a guarda de e-mails são uma obrigação.
Por exemplo, provavelmente é boa política comercial que um e-mail para um cliente seja sinalizado e automaticamente guardado. Com a disponibilidade do software de e-mail, nomes ou palavras-chave no texto devem ser usadas como notas de sinalização.
Mas há também outros detalhes, por exemplo, se os anexos deverão ser salvos como arquivos separados ou junto com as mensagens originais. Qual o nível de controle que será disponibilizado para o usuário final ?
Muitos usuários pensam que ao deletar os e-mails eles serão destruídos. Errado! Os dados existem no disco rígido até que ele seja apagado.
Deletar um arquivo não o apaga definitivamente; somente libera o espaço que ele ocupava, para que seja reutilizado. Até que o disco rígido não seja apagado,a informação permanece disponível para ser recuperada.
As ferramentas usadas para “apagar” e-mails deixam seus rastros próprios. Por exemplo, programas para reformatação e limpeza deixam evidências de que foram usados. Os traços deixados podem ser reconstruídos pela justiça e indicam que uma empresa ou um usuário espontaneamente apagou informações requeridas e incriminatórias em e-mails.
Há inclusive ferramentas específicas para recuperar arquivos deletados. Elas permitem que os peritos usem um quadro de alocação de arquivos para manter as pistas de localização e trazer de volta, de onde estiverem, os arquivos deletados.
Diante da estimativa atual de mais de 600 milhões de usuários mundiais de e-mail e a previsão de mais de 750 milhões até o final de 2008, o e-mail oferece na mesma medida: grandes oportunidades e grandes perigos.
Isso também faz com que seja essencial o gerenciamento de e-mails.

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Informação
Paradigmas tecnológicos do século XXI
A utilização de softwares para a melhoria de processos já é algo muito disseminado no setor corporativo, seja em empresas de grande ou de pequeno porte. De fato, atualmente, existem softwares para ajudar na elaboração do trabalho, em praticamente todas as áreas, desde a de estatística e financeira até a administrativa e contábil.
Embora haja pessoas, algumas inclusive renomadas, com sérias restrições à tecnologia, principalmente por julgar que o ser humano precisa exercitar a mente, a dinâmica do mundo atual é regida, de forma bastante abrangente, pela tecnologia, que faz parte do dia-a-dia de todos, inclusive para fazer as coisas mais simples. E, como se sabe, hoje existem milhares de empresas, milhares de clientes, milhares de funcionários e de decisões a serem tomadas, em um tempo muito curto, sendo impossível gerir tantas informações, sem o suporte da tecnologia.
Por outro lado, a tecnologia está em constante expansão, as empresas estão cada vez mais se aprimorando e buscando melhoria contínua, quanto mais se informatiza a sociedade mais cresce a importância do software e, por isso, uma gigantesca massa de dados vem sendo acumulada, e para tratarmos esses dados precisamos de ferramentas poderosíssimas. Neste sentido, a adoção de ferramentas, com tecnologia de última geração, é crescente, principalmente as equipadas com inteligência artificial.
Atualmente, as organizações têm se mostrado extremamente eficientes em capturar, organizar e armazenar grandes quantidades de dados, obtidos de suas operações diárias ou pesquisas científicas, porém, ainda não usam adequadamente essa gigantesca massa de dados para transformá-la em conhecimentos que possam ser utilizados em suas próprias atividades.
De fato, é um desafio retirar informações válidas de todo o amontoado de dados que se forma. Entretanto, para o tratamento dessas gigantescas massas de dados amorfas existem soluções bastante eficientes no mercado como Data Mining, Redes Neurais, Quality Control, SEDAS, SEWSS e outras tantas, que, a cada dia, são aperfeiçoadas, o que nos leva a crer que a acumulação de dados e a utilização inteligente destes tende a aumentar a competição no mercado. E, definitivamente, quem não se preparar tem pouquíssimas possibilidades de sobrevivência.
Além disso, a rápida taxa de inovação nas tecnologias de informática está exigindo que, cada vez mais, os profissionais estejam preparados e atualizados para conhecer e enfrentar os desafios da área de TI.
Podemos, concluir que a tecnologia só tem a acrescentar no desenvolvimento das empresas que buscam otimizar o processo de produção, garantindo a melhoria contínua dos negócios e até a liderança dos que souberem extrair as informações mais significativas. Isto, entretanto, exige profissionais preparados e atualizados, que acompanhem as inovações tecnológicas para que conheçam e enfrentem os desafios crescentes do mundo corporativo do século XXI.
Elizabeth Christina Ciríaco é Estatística, da StatSoft South América, braço sul-americano da StatSoft Incorporation, empresas da área de análise de dados e desenvolvimento de software estatístico.

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Microfilmagem
Novo laboratório atende Banco do Brasil
A Cobra Tecnologia, empresa de tecnologia da informação controlada pelo Banco do Brasil, está operando desde meados de 2005 com um novo laboratório de revelação de microfilmes no município de Piraí, Rio de Janeiro, que passou a ser responsável pela microfilmagem da documentação do Banco do Brasil. Agora, todos os documentos de movimentação bancária do BB, produzidos no País, são preparados na nova unidade.
Os documentos compensáveis permanecem sendo processados dentro do Banco do Brasil, através de 15 unidades descentralizadas.
Com a instalação do laboratório, a capacidade de produção saltou de 35 para 128 rolos de filmes por dia, possibilitando maior agilidade nos serviços, uma vez que todo esse trabalho era realizado fora da empresa.

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Digitalizado
VHS virou sucata na Rede TV!
As fitas em VHS referentes às imagens das matérias que foram ao ar desde que a Rede TV! Iniciou suas atividades, em 1999, viraram um monte de lixo. É que a emissora optou pela organização e digitalização do material, o que levou quase um ano para ser concluído.
Antes do novo sistema, para achar uma determinada cena era preciso dar uma busca no computador, visto que as fitas etiquetadas ficavam armazenadas em prateleiras, para saber onde estava a fita. Depois de encontrá-la, era preciso colocar a fita n no ponto da imagem desejada. Agora, um banco de dados e um sistema de busca dispobibiliza a o resultado em 15 segundos, além de permitir a edição das cenas.
Com a emissora na era digital, estão armazenadas 100 TB de informação, com crescimento de 8 TB ao mês.

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Livre
O pingüim vai ao desktop?
Dados da Fundação Getúlio Vargas apontam que apenas 1% da base instalada de computadores nas empresas – as estações de trabalho – são de sistemas operacionais livres. Mas uma parceria entre a HP e a Mandriva, divulgada no final de 2005, talvez venha a alterar esse cenário.
Essas empresas associaram-se num projeto pata lançar um desktop equipado com Linux, que trará muitos aplicativos, desde o sistema operacional até programas para imagens e mensagens instantâneas. Resta aguardar e conferir.

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Incêndio e fraudes
A perda de documentos devido a incêndios ou outros desastres não é novidade. Grandes empresas – e até mesmo as de menor porte – têm sistemas de recuperação em caso de desastre, todos baseados em sistemas de back up. Mas os documentos em papel só se salvam se tiverem versões digitalizadas em sistema de GED.
Mais um desses casos tomou conta da mídia em dezembro de 2005, remetendo a mente do cidadão à velha dúvida: incêndio criminoso para esconder e não punir fraudes?
Seis andares da sede do INSS, em Brasília, foram destruídos pelo fogo. Diga-se de passagem que o prédio não tinha habite-se.
Houve uma chuva de documentos queimados saindo pelas janelas. Peritos do Corpo de Bombeiros acreditam que o incêndio começou com um curto circuito no sétimo andar. Mas a grande coincidência é que somente documentos referentes a processos que questionavam fraudes foram destruídos.
Nelson Machado, ministro da Previdência, em entrevista que foi ao ar na tevê, disse que “ a memória central do instituto está em grandes sistemas de informação, sistemas informatizados. Eles estão preservados, nós temos cópias, backup em três cidades do País. Não há nenhum risco”.
Já os procuradores da Previdência, também em entrevistas à mídia, dizem que calculam um prejuízo de até R$ 10 bilhões com a perda de documentos. A Associação dos Procuradores da Previdência ( Anprev) diz que por mais que se esforce, o INSS só conseguirá recuperar ou refazer 70% das multas e autuações contra empresas acusadas de fraude ou sonegação.
Diante disso, acredito que fica bem claro qual a importância de sistema de GED no âmbito dos organismos do governo. Sistemas de Imaging, por exemplos, com backups remotos evitariam o prejuízo estimado e a descrença do cidadão quando o assunto é justiça.
Antonio Paulo de Andrade e Silva, diretor, CENADEM

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Impressão
Gerenciamento de impressão deverá bater record
De acordo com estudo do IDC as receitas com serviços de gerenciamento de impressão devem chegar em quase R$ 780 milhões no Brasil em 2005. Esse número representa um aumento de 12,8% sobre 2004. Os segmentos que mais utilizam esse tipo de serviço são financeiro, telecom e industrial.
Ainda de acordo com o IDC, a Xerox é líder tanto na modalidade on site quanto na off site. Na modalidade on site, a empresa registrou a marca de 58,8% de market share em 2004, estimando-se 53,3% para 2005, seguida pelas concorrentes HP e Lexmark. Mas nos negócios off site, a Xerox abocanhou 59,2% em 2004, contando com 57,5% para 2005, seguida pela IBM e Océ.
A Xerox pratica a modalidade off site no seu Centro de Processamento de Documentos Inteligentes, em Tamboré – SP, mas está reformulando seu sistema de funcionamento e redimensionará os volumes processados para Salvador, Rio de Janeiro e Porto Alegre.
Atualmente, Tamboré processa 170 milhões de impressões, o que equivale a 60 milhões de documentos. O trabalho vai desde a composição do documento com controle de paginação e preparação de arquivo de impressão até envelopagem e postagem.

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Truncagem
Tratamento de cheques em meio eletrônico
Desde outubro de 2003, quando foi regulamentado o uso de imagens de cheques pelo governo dos Estados Unidos, a troca desses documentos em meio eletrônico passou a ser utilizada, truncando a forma papel. Na União Européia, diversos países estão aderindo a essa tendência.
No Brasil, um dos estágios da implementação do SPB Sistema de Pagamentos Brasileiro previa a regulamentação do processo de truncagem de cheques, que, em breve, deverá ser colocado em prática.
Dentre os benefícios da truncagem estão a aceleração do processos, redução de tempo de compensação interbancária, diminuição de quantidade de papéis acumulados, diminuição de espaços para arquivamento, redução do transporte e aumento de produtividade.
Uma empresa com bastante experiência nesse assunto é a Recognition, que esteve presente na INFOIMAGEM-2005. A empresa é tida como líder na utilização de processos de compensação por imagem, levando ao mercado soluções para captação, tratamento, processamento e armazenamento das imagens dos cheques e documentos compatíveis.
Sempre pensando em englobar todas as questões referentes ao ciclo de vida dos documentos em papel e eletrônicos, dedes sua criação até seu descarte, a Comissão Técnica da INFOIMAGEM-2006 estuda detalhadamente a grade de assuntos-tema, os tracks.
Para 2006, muitas novidades. Dentre elas o assunto Tecnologia para documentação bancária já está causando grande interesse. O termo truncagem ganhará destaque.

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Corporativo
Tecnologia ECM resolve o problema da informação sem gerenciamento
Como você se sentiria, se soubesse que 90% da informação dentro da sua empresa não é gerenciada? Considere o seguinte:
O número de e-mails expedidos diariamente na América do Norte triplicou para 11,9 bilhões, desde 1999. Esse número não inclui spams, que por si só já são um outro assunto. (Wall Street Journal, 26 de agosto de 2004).
Os empregados, no mundo tecnológico atual, gastam 2,2 horas por dia lendo, gerenciando e organizando seus e-mails.
As empresas geram enormes quantidades de informação. Grande parte dessa informação existe em meio digital, desde faturas e contratos tramitados por fax até os e-mails diários, manuais técnicos, materiais promocionais, propagandas, páginas da web e outros. Imagine que espaço necessário para armazenar todas as informações no site, na rede da empresa, ou mesmo na sua caixa de entrada de e-mail.
O gerenciamento eficiente do conteúdo é um grande negócio. As empresas que gerenciam conteúdo estão mais aptas a trabalhar as informações para atender rapidamente as oportunidades, alcançar altas taxas de retorno do investimento e se tornarem competitivas. Os estudos têm mostrado que muitas empresas já armazenam grande parte do conteúdo que elas precisam, para poderem decidir pontos críticos comerciais mais rapidamente. A dificuldade está nos crescentes volumes da busca efetiva, organização, arquivamento e gerenciamento das informações.
O Gerenciamento do Conteúdo Empresarial - Enterprise Content Management (ECM) representa um novo estágio crítico no avanço da Era da Informação. Ele descreve ambos: uma abordagem filosófica e as tecnologias de base usadas para que os negócios transformem conteúdos em vantagem competitiva.
No mundo dos negócios atual, ECM significa mais do que gerenciamento de conteúdo. A sociedade atual carece de melhores padrões de precisão e disponibilização do conteúdo:
Em 2002 e 2003 mais de 20 leis de âmbito mundial foram decretadas, que impactaram como as organizações concluem e disseminam as informações.
A reação do governo para eventos como o de 11 de setembro e Enron foi procurar buscar maior transparência em colaboração e conteúdo.
As regulamentações estão contando com os avanços recentes na tecnologia do gerenciamento eletrônico de conteúdo a fim de proporcionar, de forma eficiente, essa maior transparência.
Nos últimos anos, mais normas foram criadas em certas empresas do que no último século. Do Patriot Act ao Sarbanes-Oxley e a Lei de Proteção de Dados, as normas governamentais estão proporcionando condição de existência mais segura para os consumidores.
Em diversas empresas, pessoas físicas e jurídicas já sofreram sansões por não cumprirem essas leis e por má condução de negócios críticos.
Num ambiente de negócios que necessite estruturação e controle, o ECM proporciona um ambiente seguro e transparente para que as empresas promovam inovação e crescimento.
O ECM estimula o poder da Internet em transformar a maneira de interagir das pessoas. Isso gera ambientes seguros e legais, assegurando que conteúdos protegidos permaneçam seguros. Ao mesmo tempo, o ECM abre o verdadeiro potencial da empresa, possibilitando que as pessoas transformem conteúdo em conhecimento, criando assim novas possibilidades e oportunidades de negócios.
O CENADEM ministra regularmente o curso ECM , focalizando como essa tecnologia pode ajudar a transformar a sua organização numa empresa mais ágil e com mais conhecimento. Informações: cursos@cenadem.com.br

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Storage
Está chegando o armazenamento holográfico.
Vem aí o DVD holográfico, capaz de armazenar 200 GB de dados. Os discos são como os DVDs de duas camadas, porém com mais delas, ficando limitadas apenas pela espessura da mídia. É lido a laser, incidindo em vários ângulos sobre cada ponto da camada.
A principal desenvolvedora é a InPhase, criada por pesquisadores da Bell Labs.
Esses discos devem estar no mercado a partir de 2007, mas com foco no mercado de backup de grande porte, em substituição às fitas magnéticas.

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Certificação
Docuware recebe certificação da Microsoft
A Docuware AG foi certificada com o Microsoft Gold Certified Partner, colocando a empresa especializada em Gerenciamento de Documentos entre as 200 com esse estatus.
Para isso, a Docuware teve que comprovar e documentar suas competências e mostrar projetos bem-sucedidos.
Foi testada a versão 4.6 a. do Docuware em várias plataformas Windows Server, Microsoft SQL Server e Microsoft Office.
Um outro aspecto foi confirmar com usuários que a solução era utilizada com outros produtos.
Com a certificação, a Docuware mostra que pode facilmente ser integrada em qualquer ambiente Microsoft.

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Segurança
Na pauta do InfoSecurity
Dias 25, 26 e 27 de abril, no Grand Hall, Olympia, Inglaterra, acontecerá o InfoSecurity – Europe 2006. O evento é dedicado à segurança da informação e acontecerá pelo 11º ano. Contempla um programa educativo, novos produtos e serviços. Será cerca de 260 expositores e espera-se um público de aproximadamente 11 mil visitantes.
O programa é voltado para questões técnicas e estratégicas, declinando habilidades e experiências de usuários e casos reais.
O InfoSecurity ajuda profissionais e gerentes de negócios a estabelecer uma justificativa comercial para segurança da informação, refinar políticas de segurança e selecionar soluções adequadas. Consulte www.infosec.co.uk

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Registros
Nara implementará sistema para tratar registros
A empresa Lockheed Martin foi escolhida pela Nara - US National Archives and Records Administration para desenvolver um sistema para o tratamento dos registros administrados por esse organização: trata-se do ERA - Electronic Records Archives.
O contrato é de 308 milhões de dólares e vai até 2012. O sistema deverá operar a partir de 2007.
De acordo com depoimentos, um número sem comparação de registros eletrônicos estão sendo criados por agências e departamentos do governo e os mais importantes deles serão preservados e acessados indefinidamente. A Nara também fará um comitê para recomendações e avisos sobre o desenvolvimento e implementação do ERA.

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Bandida tecnologia
Os espanhóis têm um ditado, hoje famoso em todo o mundo: Yo no creo em brujas, pero que las hay, las hay! Tão antigo quanto as crenças mais elementares, será que esse ato de descrença e de prevenção pode ser aplicado à tecnologia?
Os profetas dos novos tempos já decretaram: foi-se o tempo dos átomos, surgiu o tempo dos bytes. Tudo agora pode ser armazenado em hard disks, graças aos avanços da Tecnologia da Informação. Nada mais de papéis mofados sobre pesadas prateleiras de aço ou de madeira. Além de todo o incômodo espacial, causavam alergias diversas, não é mesmo? Agora, tudo é frio, asséptico, inodoro: CDs, DVDs, pen drives, smart cards. Mas será que é mesmo assim tão simples?
Pelo andar da carruagem, parece que em pouco tempo trocaremos as pilhas de papéis que nos cercam por outras pilhas, dessa vez mais tecnologizadas: os hard disks, os compact disks ou outras mídias eletrônicas que venham a ser criadas. Já vislumbro o dia em que usaremos um monte de pens drives penduradas no pescoço, tão pesadas a ponto de nos deixarem corcundas.
Graças a esse upgrade tecnológico, poderemos celebrar o fato de sermos ecologicamente corretos, pois, ao deixar de usar papel, estaremos poupando centenas de milhares de milhões de árvores.
Mas as coisas podem não ser tão simples assim. Esquecem que, no mesmo Brasil, existem – pelo menos – dois brasis: um urbano-industrializado-tecnologizado; outro não tão urbano, não tão industrializado, em nada tecnologizado. Afinal, não dá para cobrar inclusão digital, quando a inclusão social ainda depende do Fome Zero. Pelo visto, demoraremos a ter uma Exclusão Digital Zero.
Agora estão a engendrar mais uma façanha: a nota fiscal digital, sem papel, certificada eletronicamente e tudo o mais. Mas como fazer para atender às localidades em que mal existem telefones, que dirá Internet banda larga?
Por outro lado, já temos aí, em pleno funcionamento o T-Rex, como o Sistema Harpia. Que nomes! Um, conhecido por ser o maior predador carnívoro da era dos dinossauros; a outra, por ser a maior ave de rapina existente. Pois bem: T-Rex é o apelido dado ao Tiranossauro Rex, o supercomputador da Receita Federal; Harpia é o sistema que utiliza inteligência artificial para controlar a vida de todos os mortais brasileiros.
Enquanto isso, pairam no ar algumas dúvidas. A primeira delas é sobre a natureza do chamado “caixa dois”. Esse expediente já levou muitos empresários à prisão, por configurar crime. Será um sinal dos tempos que essa prática passe a ser considerada apenas imoral? A segunda das dúvidas é: será que o T-Rex e o Harpia vão controlar as movimentações suspeitas de caixa dois, identificadas pelas CPIs? Esse olho de harpia será capaz de alcançar a lavagem de dinheiro? E o T-Rex irá devorar os “tintureiros” dessas lavanderias? Dúvidas, dúvidas, dúvidas.
Carlos José de Lima Castro, presidente, Fenacom – presidente@fenacon.org.br

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Ensino
GED é realidade em universidade do Sul do País
A Universidade do Sul de Santa Catarina - Unisul, a partir do Projeto Integrar, descobriu que o GED poderia ser de grande ajuda.
Tal projeto previa a distribuição das áreas administrativa e acadêmica em um único espaço físico. Para tanto, foram montadas ilhas de trabalho. Uma das metas da diretoria daquele campus era a diminuição do fluxo de papéis nas mesas. No espaço proposto, não havia lugar para arquivos deslizantes. De acordo com a profª Vera Lúcia da Rosa Fernandes, foi criada, então, a Seção de Arquivos. “ Só que seção ficou geograficamente distante do usuário do documento e foi neste momento que decidimos implantar uma solução de GED para atender as necessidades de consulta e disponibilização das informações”, contou ela.
A Unisul está utilizando o software nêutron, da MGS Imagem e Informação, e escaner Kodak, modelo i260. O resultado, comenta Vera Lúcia foi que atendimento presencial na seção de arquivos passou de 100% para 10%; a informação certa no local certo foi garantida. “ existe, agora, uma maior controle sobre a organização do arquivo físico, agilidade no atendimento, a massa documental está organizada e há uma maior eficiência administrativa”, finaliza ela.

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Seguros
GED e Workflow dão agilidade ao Grupo Mapfre
Disponibilizar todos os documentos enviados por segurados, beneficiários e corretores de forma eletrônica aos analistas de sinistros de vida, além do gerenciamento das atividades e fluxo das informações.
Para superar esse desafio, a Mapfre do Brasil, seguradora com mais de 10 milhões de clientes no País, contou com os serviços da gedas , empresa de TI do grupo Volkswagen, na customização do software Documentum, licenciado mundialmente pela matriz da Mapfre, e utilizado em suas diversas filiais. A solução possibilita o gerenciamento, consulta eletrônica, workflow das tarefas e análise dos documentos por diferentes profissionais da empresa, sendo introduzido primeiramente no setor de análise de sinistros de vida.
Moira Coromoto Romero Ramos, diretora da área de tecnologia e processos da empresa lembra que o desafio da gedas era implantar o Documentum num período de cinco meses, incluindo os processos de sugestão de metodologia, viabilização de infra-estrutura, desenvolvimento do processo de digitalização, customização do software, homologação, treinamento e implantação. “Ficamos satisfeitos já que a gedas cumpriu à risca no prazo estipulado, e com menores custos quando comparada às concorrentes”, explica Moira Romero.
Dentre os benefícios destacados pelo analista após a implantação do software estão a agilidade no serviço de análise, segurança das informações e racionalização da produtividade.
A diretora ressalta que o primeiro passo foi permitir a digitalização dos documentos, antes manuseados em papel, e agora analisados simultaneamente por diversos profissionais em seu desktop. “Com o sistema, diversas pessoas podem participar do processo paralelamente, já que não existe uma pasta física na mesa do analista de sinistros aguardando alguma providência”, ilustra Ubirajara Martins Teixeira, gerente de projetos da gedas.
Segundo ele, a gedas tem como diferencial ser parceira da EMC, empresa que detém os direitos do software, além de manter quatro consultores certificados pela Documentum, trabalhando nesse projeto, todos eles permanecendo full time na Mapfre.
Com o Documentum, os pedidos de sinistro enviados por beneficiários e segurados da Mapfre são analisados por diversos profissionais especializados da seguradora via computador. Esses têm à disposição todo o processo na tela e informações sobre o seu status, como o horário de envio, quem já trabalhou no processo e quanto tempo foi gasto na análise. “Os analistas trabalham mais focados em suas áreas, sem esperar papéis ou terem o risco de perder documentos. Para o cliente, a vantagem é a menor espera na liberação da sua indenização”, finaliza a diretora da Mapfre.

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Internacional
Tis é a solução escolhida para o Censo irlandês
O Irish Central Statistics Office escolheu a TiS para o Censo irlandês de 2006. A TiS provê soluções para captação automática de dados que melhoram os processos por possibilitar a integração de dados de múltiplas fontes e distribui os dados extraídos para outras aplicações corporativas, como Gerenciamento de Conteúdo, Documentos , ERP ou CRM.
A TiS também realizou o Censo em 2002. Para este ano, 50 milhões de imagens serão digitalizadas e processadas no eFlow, a solução da TiS. O projeto deverá ser concluído em dezembro de 2006. Espera-se que a solução completa aumente a produtividade dos trabalhadores do censo, agilize o tempo de processamento do Censo e economize custos para o governo irlandês.

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AR
Correios agora é uma Autoridade Registradora
Desde o início de janeiro, certificados digitais também poderão ser adquiridos na Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, a ECT. Após auditoria, os Correios conseguiram permissão junto ao Instituto Nacional de Tecnologia da Informação, o ITI, para atuar como uma Autoridade Registradora – AR.
Inicialmente, esse serviço será oferecido apenas na Agência Alameda Santos, em São Paulo. Lá, quatro agentes de registro atenderão os interessados na aquisição do certificado digital. Durante os primeiros meses de 2006, essa iniciativa será avaliada para que até maio ela possa ser estendida para outras agências dos Correios.
De acordo com o gerente de projetos da ECT, Fernando Fernandes, a vantagem dos Correios oferecerem esse serviço é o fato dele estar presente em todos os estados e municípios e, também, sua prática no atendimento ao público. A agência piloto servirá para amadurecer o serviço de AR e treinar mais pessoas para que ele possa ser ativado em todos os estados. Fonte: www.iti.br
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Ciências
Pesquisas científicas com gerenciamento das informações
O CanalCiência, serviço mantido pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) para divulgação das pesquisas científicas e acadêmicas feitas no Brasil, traz em site pesquisa desenvolvida na Universidade Tecnológica Federal do Paraná para a criação de uma sistema informatizado de armazenamento de dados e de gerenciamento de informações sobre processos de consultoria para transferência de tecnologia. A pesquisa foi desenvolvida pelos professores Miraldo Matuichuk, Isaura Alberton de Lima, Samuel Potma Garcias Gonçalves e Luciano Scandelari e é intitulada “Informatização do processo de atendimento a consultorias em transferência de tecnologia: caso de uma universidade empreendedora”.
A proposta da pesquisa, desenvolvida em 2003, era gerar um sistema que fornecesse todas as informações sobre o andamento da consultoria, do serviço ou do projeto realizados pelo Núcleo de Transferência de Tecnologia da própria universidade. O sistema foi criado no mesmo ano e já está em operação.
Com o sistema, é possível agora gerar relatórios atualizados sobre a situação de projetos em todas as suas fases, verificar a demanda e as pendências diária e mensal, analisar o número e tipo de consultoria/serviço/projeto em andamento e atendidos, listar a quantidade de consultores e estagiários envolvidos em projetos por período, relatar o número de horas trabalhadas por projeto ou por empresa e verificar prazos iniciais e finais de atendimento para encaminhar e encerrar a consultoria.
Utilizado pelo Núcleo de Transferência de Tecnologia em rede interna e externa, o novo sistema vem possibilitando, acreditam os pesquisadores, melhor gerenciamento das informações, a comunicação mais clara e precisa entre a universidade e as empresas e a agilização do fluxo de dados, o quê, na opinião deles, tornou o processo decisório mais ágil e de qualidade. Fonte: Assessoria de Comunicação do Ibict

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